Hoje não escrevo mais porque de tudo já escrevi mesmo sem o ter feito. As palavras já estão gastas mesmo que eu não as tenha usado, porque delas já sei tudo, mesmo não as conhecendo, e mais nada há para dizer. Hoje minto. Porque hoje escrevo, assim como ontem e assim como amanhã espero fazer. Hoje escrevo mesmo que já nada mais haja para dizer. Hoje escrevo mesmo que as palavras gastas mais gastas fiquem. Hoje escrevo porque a minha alma mo ordena fazer. Hoje escrevo porque sou feita de escrita. Não sou de grandes frases que ficam na memória, muito menos de cativar com as palavras, mas, sou eu. Eu sou o que escrevo. E só quando morrer é que nunca mais escreverei. Mas, até lá, leiam-me, e leiam-me até depois de eu morrer, porque as palavras não morrem, e se me lerem, mesmo eu estando morta, chegarão até mim.
Nunca morrerás porque existirão sempre palavras tuas. E essas palavras não te deixarão morrer.
ResponderEliminarA escrita jamais morre, tanto que eterniza e deixa seu legado. Aquele que não escreve corre o risco de entrar no esquecimento. Mesmo que sejam rasuras.
ResponderEliminarNum futuro, iremos reler nossos textos, seja ao lado dos netos e filhos, e riremos sobre as fases de nossas palavras.
As palavras nunca morrem. É isso mesmo. E elas são mais que eternas. Mais que a própria carne, que o próprio ser. E as tuas palavras? Cada vez me surpreendo mais com elas. Gosto mesmo mesmo mesmo muito de cada coisa que leio tua. Eu sei que já o disse muita vez mas é a verdade. E mais uma vez não faz mal a ninguém e aumenta-te o ego :)
ResponderEliminarque bom, obrigada mesmo*
ResponderEliminaradorei.
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