07/09/2013

Quando eu te matar

Transbordo de amor por ti. Amor que chega a ser ódio, sendo que é tão ténue a linha que os separa. Quero-te beijar e quero o teu sangue a jorrar nas minhas mãos. Quero saciar este desejo de ti, de nós. Quero tanto isso que chego a não querer. Se estivesses morto tudo seria diferente. Sonho com isso. Com o teu corpo imóvel e frio - quase mais frio do que eu sou. Mas, nesse sonho, eu morro também. E foda-se, isso é demasiado cliché, é muito "Romeu e Julieta". Quando eu te matar - anota isto - acredita que o gatilho só será premido uma vez - e não, não vai fazer ricochete - e aí vou ser livre, quando eu te matar.

6 comentários:

  1. está mesmo bonito, sabes? :')
    r: obrigada, muito obrigada!

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  2. digo-te o mesmo, não tens que agradecer (:

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  3. Nossa, esse rapaz roubo-te mesmo o coração, não? :o

    Resp: Pois, é como eu, tambem me senti bastante melhor :) Mas, ao contrário de ti, eu vou mesmo eliminar o blog, acho que é uma forma de quebrar as lembranças

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  4. Será que o gatilho chegará a ser premido ? (x
    O texto está fantástico, gostei. Segui (:

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