Não me conformo com as juras de amor eterno. Eternidade é de facto uma palavra agradável ao ouvido, mas o conteúdo vale zero. Amor que seja amor não necessita de juras. Amor é amor e o amor, apesar de nunca ser suficiente, é mais do que umas juras que alguém se lembra de fazer apenas porque fica bem.
Amor é mais que juras. É ter a palavra certa no momento em que dela se precisa. Amor é, às vezes, nem sequer ter palavra nenhuma. Simplesmente estar. Prometer cada novo dia só com um olhar. Isso é amor.
ResponderEliminarE tu? Tu e eu somos muito parecidas mesmo.
amooo, tens toda a razão!
ResponderEliminarSubscrevo-te! Aliás, acredito tanto no que aqui escreveste que eu própria, há dois anos atrás escrevi no meu livro algo como "não percas tempo a dizer amo-te, faz a pessoa sentir que a amas. As palavras apaga-os o tempo, as memórias são eternas" :)
ResponderEliminarAconteceu-me o mesmo no último comentário , já não estava enquadrada na conversa xD
ResponderEliminarConcordo plenamente com aquilo que escreves-te , é tudo tão verdade! *
ResponderEliminarResp: Não precisas de pedir desculpa :) eu entendo. Obrigada na mesma!
(recebeste o meu comentário? ) *
ResponderEliminarÉ mesmo :)
ResponderEliminarnem mais. adoro e adoro de novo.
ResponderEliminarDói assim tanto, ler as utopias em que repouso os meus ossos frágeis?
ResponderEliminar"Eternidade é de facto uma palavra agradável ao ouvido, mas o conteúdo vale zero. Amor que seja amor não necessita de juras." é isto mesmo!
ResponderEliminarResp: - Ainda bem :)
ResponderEliminar- É possível que o faça hoje, mas, enquanto isso, já há nova sondagem da rubrica :) Se quiseres, passa por lá*
é simples : não acredites até a vida te mostrar o contrário , que devas acreditar em algo xD
ResponderEliminarAh! Claro. Mas a Nonô é mesmo adorável.
ResponderEliminarBem, vou encarar isso como uma espécie de elogio!
É um pouquinho extremista!
ResponderEliminarBem, nesse caso, obrigada!
Todos somos um bocadinho de Nonô. Quanto mais não seja, inconscientemente.
ResponderEliminarE isso confirma a minha existência, o que não pode deixar de ser ligeiramente reconfortante.
Sim. Entendo perfeitamente o que queres dizer com isso! A escrita consegue ajudar a respirar quando o ar se torna rarefeito e nada mais existe para além de dor e melancolia.
ResponderEliminarA Alice já não brinca. Muito menos com o fogo...
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