Não quero que me leves a Paris nem a Londres. Muito menos a Nova Iorque. A mim chega-me aquela casa do campo de que me falaste há uns dias. Aquela isolada do mundo, lembras-te? Ou até a casa em que hoje vivemos. Esquece as cidades repletas de glamour, estar contigo é sinónimo de viajar, meu amor. Assim dum jeito bem lamechas, tipo «amor e uma cabana».
[Ali a cena do post-it: tens uma letra assustadoramente parecida com a minha]
ResponderEliminarNos outros meses, não consegui participar! Vamos a ver se este mês é que é!
De onde é que tiraste estas palavras? ;)
talvez o amor seja mesmo a simplicidade de uma cabana :)
ResponderEliminarÀs vezes amor e uma cabana é tudo o que é necessário para se ser feliz.
ResponderEliminarQue se lixe a cabana, bastam os abraços apertados.
ResponderEliminarAdorei o texto, Lúcia. Não é preciso muito para sermos felizes :)
ResponderEliminarR: É um desafio trabalhar lá
Letras mesmo fofas, ahah!
ResponderEliminarNão te preocupes quanto ao tempo que demoras a responder... Eu também não sou o melhor exemplo de rapidez!
Não há amor melhor do que esse tipo de amor! amor que nos aquece o corpo nas noites frias e a cabana, nas paredes da qual se pintam memórias de dias felizes. Que seja sempre assim :)
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