Em parceria com a TwoVoicesOneHead deste blog, concretizamos finalmente uma ideia que já tínhamos tido há uns meses. Decidimos criar uma história em comum para duas personagens tão caricatas que tencionamos contar neste blog: Amor, fui à caça. Convidamos todos a visitar este nosso espaço, que ainda está muito "verde", mas que esperamos aperfeiçoar com o tempo. É importante referir que neste nosso novo espaço além de falarmos das duas tais personagens - que para descobrirem quem são, terão que visitar o blog - vamos também tecer algumas criticas a pequenas coisas, e no fundo, ao mundo em geral. Para saberem mais, visitem-nos! Esperamos que gostem.
Quando encontrar a descrição certa para este blog, os nazis vão ser considerados, pelos judeus, heróis mundiais.
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28/08/2014
01/04/2014
E os Gambozinos?
Um dia vou encontrar os Gambozinos,
vou mesmo. Não é que eles se tenham perdido, mas têm de ser encontrados. E algo
me diz que vou ser eu a fazê-lo, sempre achei que tínhamos uma ligação
especial. Uma ligação especial? Não sei, é como que uma vocação, um chamamento
para além fronteiras, um objetivo? Não! O Gambozino buzina, e eu vou... Mas será
que ele buzina? Eu nem sei. Emite uma espécie de som qualquer que me faz
segui-lo mesmo sem saber nada sobre ele – ou ela, porque não poderá ser “uma
Gambozina”? Têm de existir Gambozinas, eles têm de zelar pela sua espécie, têm
de se reproduzir, mas... E se os Gambozinos são imortais? Uma espécie que nos
suga a alma à medida que os redescobrimos? Provavelmente são seres extremamente
superiores a nós, visto que as pessoas estão sempre a falar em “apanhar Gambozinos”,
devem ser difíceis de apanhar. Das duas uma, ou são velocistas ou seres
transcendentes que se tornam invisíveis aos olhos de quem não acredita neles.
Eu acredito neles, um dia vou vê-los. É, são Deuses sem leis, porque o
acreditar chega, chega para unir e criar a arma do Homem, mais forte que
canhões, mais forte do que químicos. E, nesse dia, nesse mesmo dia em que o Gambozino
esteja ao meu alcance eu já não o irei apanhar, irei qualquer coisa que ninguém
se lembrou de criar um nome para denominar tal ação...
Um texto de DexTer
(colaboração com TwoVoicesOneHead)
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