Vi-me perdida. Não de mim mesma,
isso sempre o fui. Mas dele. Perdi-me dele. Fui percebendo que não
podia idealizar algo ao lado dele. Não podia, queria, mas não podia.
Simplesmente porque o amo. Amo-o e não posso amá-lo. Não dá para amar alguém
assim, não dá para gostar mais dele do que de mim. Não posso pô-lo em primeiro
lugar. Não posso. Hoje escapei dos braços dele e nunca mais vou voltar. Não
vou. Não hoje, nem amanhã. Não posso. Mas quero. Quero tanto. Há como que uma
urgência em mim em amá-lo. E porra, não quero. Já não quero nada. Quero paz.
Quero mais amor-próprio. Quero mais flores e mais sol. Não quero amor. Só se
forem amores-perfeitos.
Sei (por experiência) o que é sentires-te assim. E sei também que de facto, por muito cliché que soe, não há nada mais importante que o ''amor-próprio''. TU tens que estar em primeiro lugar de tudo, pode custar no inicio, mas acredita que o futuro vai ser bem melhor * beijinhos :)
ResponderEliminarvai em frente no que for o melhor pra ti.
ResponderEliminarpassados, nada demais.
ResponderEliminarNão poderia estar mais de acordo contigo :)
ResponderEliminarSão tantos quereres, não é? Belo escrito.
ResponderEliminarBeijos,
Nina & Suas Letras
Reencontro-me nas tuas palavras, o problema é que eu ainda quero, talvez tenhas razão, talvez não devesse querer tanto...
ResponderEliminarFalam-nos de amores, mas esquecem-se de dizer que até o amor magoa.
ResponderEliminarabsolutamente de acordo!
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