Eram 2:25 da madruga e veio-me
uma súbita vontade de escrever. Vontade essa que aniquilou por completo o sono
que eu sentia e que nem mil cafés conseguiam fazer desaparecer. A escrita
comanda-me. E eu gosto. O mais estranho é que eu gosto. Nunca gostei de receber
ordens, nunca quis ser o súbdito de alguém. Tenho um espírito livre que não
quebra muitas regras, mas que não encontra prazeres em cumpri-las. Porém, a
escrita comanda-me e eu autorizo. E gosto. Não escrevo por escrever, escrevo
porque a escrita mo pede, mo ordena. As melhores histórias são as que pedem
para ser contadas. As melhores histórias são as que merecem elas mesmas os
louros e não o escritor, que no fundo não passou dum intermediário. Ou será que
é mais do que isso? Terão as histórias uma razão para escolherem quem escolhem
para as contar?
Têm, têm mesmo. A cada vez que escrevo mais me apercebo disso!
ResponderEliminar"A escrita comanda-me." Gostei muito! Assim como gostei, do "espírito livre"
ResponderEliminar:)
Beijinhos e continua esta caminhada...
Jessica *
«Porém, a escrita comanda-me e eu autorizo. E gosto.»
ResponderEliminarSou igual, com todo o orgulho. Todos nós temos capacidade de contar histórias e as histórias obrigam-nos a contá-las. Porque sem histórias a vida não faz sentido.
Terão sim! Concordo completamente com o que escreveste!
ResponderEliminarObrigada pelas palavras doces. É verdade, a escrita comanda, a escrita é sentimento. É vida. Paixão sem igual capaz de nos manter insones no meio do sono.
ResponderEliminarAdorei e concordo com cada palavra. Não me importo que a escrita me comande :)
ResponderEliminarJá não tenho esperança...
ResponderEliminar*
ResponderEliminar100000% de acordo :)
ResponderEliminarSigo *