Dói-me especialmente ter-te sem te ter realmente. No fundo, nunca passaste de uma alucinação minha. E eu nunca passei duma peregrina perdida pelo deserto do Saara à beira da desidratação. Ainda cá estou. Não sei se tenho sede de água ou de amor. Provavelmente tenho sede de ti. Mas prefiro morrer aqui a voltar para os teus braços.
Adoro!
ResponderEliminarTudo o que escreves-te resume-se em uma palavra - «amor», e o amor também dói, e também fere !!! beijo.
ResponderEliminarSigo-te :)
Não precisas de agradecer, é verdade!
ResponderEliminarAi princesa, até arrepia "ver-te falar assim"...minha nossa, estas mesmo a precisar de mim kkkk
ResponderEliminarR: Sim fez bem. Estava mesmo a precisar princesa :))
ResponderEliminar...hei-de morrer sufocada por golfadas de sede a escorrer-me do peito.
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