Sucumbindo aos desejos do meu coração - cérebro -, falemos de amor. De como ele é um cabrão. De como me faz cada vez entender-me menos. Sumariando todas as dores de alma que me causou, devia tê-lo expulsado já há muito. No fundo, é o causador de tudo. O amor. Diz-se abstrato mas dói-me concretamente. Nas costas, na cabeça, na barriga. Deixa-me febril. Alucina-me. E todos aplaudimos o mais mortífero dos sentimentos. O amor não é cego nenhum, cego é quem não vê isso.
O amor não é cego, o amor cega-nos. É totalmente diferente!
ResponderEliminarAssino por baixo !
ResponderEliminareu não tenho palavras que chegue no coração para te agradecer todas as palavras, incentivo e apoio, não mesmo <3 OBRIGADAAAAA! Desejo-te a maior felicidade!
ResponderEliminarE bom resumo do amor, muito bom resumo. Concordo que ele não seja cego, mas é inebriante!
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