«Para mim, escrever é desprezar-me; mas não posso deixar de escrever. Escrever é como a droga que repugno e tomo, o vício que desprezo e em que vivo. Há venenos necessários, e há-os subtilíssimos, compostos de ingredientes da alma, ervas colhidas nos recantos das ruínas dos sonhos, papoilas negras achadas ao pé das sepulturas [...], folhas longas de árvores obscenas que agitam os ramos nas margens ouvidas dos rios infernais da alma.»
Bernardo Soares
Vim de bem distante para aqui permanecer a me deslumbrar de tuas palavras as quais através da sua força e da sua fragilidade de mulher nos expressa coisas peculiar no que nos faz refletir e a ver quão importante somos quando damos parte de nós....Deixo-te um bj demorado nas entrelinhas do seu coração e te aguardo no meu espaço....
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