Mais difícil ainda do que fazer aquela pergunta, foi ouvir a tua resposta. As tuas palavras esfaquearam-me todos os órgãos vitais. E mesmo assim continuei a amar-te, Chez. Como da primeira vez. Mates-me tu as vezes que me matares, o meu amor por ti nunca morrerá.
Da Lucrécia, que um dia foi a tua Crezia.
Que lindo!
ResponderEliminarOs amores nunca morrem. Só hibernam.
ResponderEliminarNão tens de quê :)
ResponderEliminarAmar tem destas coisas!
ResponderEliminar[Nomeei-te para uma TAG. Vai ao meu blog e descobre as perguntas que tenho para ti ;)]
ResponderEliminarEstá tão, mas tão giro!
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