Já assinei alguns textos com este nome no fim: Crezia. Mas, afinal, quem é a Crezia? Finalmente decidi-me a explicá-la. A Crezia era originalmente de um outro blog, blog esse que eu comecei e depois abandonei, porque senti que não fazia sentido separar a Crezia de mim, já que entre mim e ela apenas difere o nome e a coragem que ela tem em expressar o meu lado mais negro - que veio mostrar não ser assim tão negro. O porquê do nome é muito simples, veio do livro que eu estava a ler na altura, Lucrécia, personagem do livro A Família de Mario Puzo. Crezia era o nome carinhoso que o seu irmão, César, lhe chamava. Irmão e simultaneamente amante, ou algo do género. Daí eu escrever a Chez - era o nome que ela lhe chamava. Tendo eliminado, claro, a ideia conturbada de ele ser irmão dela. Chez é o fruto proibido da minha Crezia. Não sei atribuir um corpo a Chez. Pode ser várias coisas ou várias pessoas. O resto só se entende lendo a Crezia.
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